Sunday

December 14

Section 1 of 4

Jonah 1:1-4:11

About 6.6 Minutes

A palavra do Senhor veio a Jonas, filho de Amitai, com esta ordem: “Vá depressa à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a minha presença”.

Mas Jonas fugiu da presença do Senhor, dirigindo-se para Társis. Desceu à cidade de Jope, onde encontrou um navio que se destinava àquele porto. Depois de pagar a passagem, embarcou para Társis, para fugir do Senhor.

O Senhor, porém, fez soprar um forte vento sobre o mar, e caiu uma tempestade tão violenta que o barco ameaçava arrebentar-se. Todos os marinheiros ficaram com medo e cada um clamava ao seu próprio deus. E atiraram as cargas ao mar para tornar o navio mais leve.

Enquanto isso, Jonas, que tinha descido ao porão e se deitara, dormia profundamente. O capitão dirigiu-se a ele e disse: “Como você pode ficar aí dormindo? Levante-se e clame ao seu deus! Talvez ele tenha piedade de nós e não morramos”.

Então os marinheiros combinaram entre si: “Vamos lançar sortes para descobrir quem é o responsável por esta desgraça que se abateu sobre nós”. Lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas.

Por isso lhe perguntaram: “Diga-nos, quem é o responsável por esta calamidade? Qual é a sua profissão? De onde você vem? Qual é a sua terra? A que povo você pertence?”

Ele respondeu: “Eu sou hebreu, adorador do Senhor, o Deus dos céus, que fez o mar e a terra”.

10 Então os homens ficaram apavorados e perguntaram: “O que foi que você fez?”, pois sabiam que Jonas estava fugindo do Senhor, porque ele já lhes tinha dito.

11 Visto que o mar estava cada vez mais agitado, eles lhe perguntaram: “O que devemos fazer com você, para que o mar se acalme?”

12 Respondeu ele: “Peguem-me e joguem-me ao mar, e ele se acalmará. Pois eu sei que é por minha causa que esta violenta tempestade caiu sobre vocês”.

13 Ao invés disso, os homens se esforçaram ao máximo para remar de volta à terra. Mas não conseguiram, porque o mar tinha ficado ainda mais violento. 14 Eles clamaram ao Senhor: “Senhor, nós suplicamos, não nos deixes morrer por tirarmos a vida deste homem. Não caia sobre nós a culpa de matar um inocente, porque tu, ó Senhor, fizeste o que desejavas”. 15 Em seguida pegaram Jonas e o lançaram ao mar enfurecido, e este se aquietou. 16 Ao verem isso, os homens adoraram o Senhor com temor, oferecendo-lhe sacrifício e fazendo-lhe votos.

17 O Senhor fez com que um grande peixe engolisse Jonas, e ele ficou dentro do peixe três dias e três noites.

Dentro do peixe, Jonas orou ao Senhor, o seu Deus.

E disse:

“Em meu desespero clamei ao Senhor,
    e ele me respondeu.
Do ventre da morte gritei por socorro,
    e ouviste o meu clamor.
Jogaste-me nas profundezas,
    no coração dos mares;
correntezas formavam um turbilhão
    ao meu redor;
todas as tuas ondas e vagas
    passaram sobre mim.
Eu disse: Fui expulso da tua presença;
    contudo, olharei de novo
para o teu santo templo.
As águas agitadas me envolveram,
    o abismo me cercou,
as algas marinhas
    se enrolaram em minha cabeça.
Afundei até chegar aos fundamentos
    dos montes;
à terra embaixo, cujas trancas
    me aprisionaram para sempre.
Mas tu trouxeste a minha vida
    de volta da sepultura,
ó Senhor meu Deus!

“Quando a minha vida já se apagava,
    eu me lembrei de ti, Senhor,
e a minha oração subiu a ti,
    ao teu santo templo.

“Aqueles que acreditam
    em ídolos inúteis
desprezam a misericórdia.
Mas eu, com um cântico de gratidão,
    oferecerei sacrifício a ti.
O que eu prometi
    cumprirei totalmente.
A salvação vem do Senhor”.

10 E o Senhor deu ordens ao peixe, e ele vomitou Jonas em terra firme.

A palavra do Senhor veio a Jonas pela segunda vez com esta ordem: “Vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela a mensagem que eu lhe darei”.

Jonas obedeceu à palavra do Senhor e foi para Nínive. Era uma cidade muito grande; sendo necessários três dias para percorrê-la. Jonas entrou na cidade e a percorreu durante um dia, proclamando: “Daqui a quarenta dias Nínive será destruída”. Os ninivitas creram em Deus. Proclamaram um jejum, e todos eles, do maior ao menor, vestiram-se de pano de saco.

Quando as notícias chegaram ao rei de Nínive, ele se levantou do trono, tirou o manto real, vestiu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinza. Então fez uma proclamação em Nínive:

“Por decreto do rei e de seus nobres:

Não é permitido a nenhum homem ou animal, bois ou ovelhas, provar coisa alguma; não comam nem bebam! Cubram-se de pano de saco, homens e animais. E todos clamem a Deus com todas as suas forças. Deixem os maus caminhos e a violência. Talvez Deus se arrependa e abandone a sua ira, e não sejamos destruídos”.

10 Tendo em vista o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos, Deus se arrependeu e não os destruiu como tinha ameaçado.

Jonas, porém, ficou profundamente descontente com isso e enfureceu-se. Ele orou ao Senhor: “Senhor, não foi isso que eu disse quando ainda estava em casa? Foi por isso que me apressei em fugir para Társis. Eu sabia que tu és Deus misericordioso e compassivo, muito paciente, cheio de amor e que prometes castigar mas depois te arrependes. Agora, Senhor, tira a minha vida, eu imploro, porque para mim é melhor morrer do que viver”.

O Senhor lhe respondeu: “Você tem alguma razão para essa fúria?”

Jonas saiu e sentou-se num lugar a leste da cidade. Ali, construiu para si um abrigo, sentou-se à sua sombra e esperou para ver o que aconteceria com a cidade. Então o Senhor Deus fez crescer uma planta sobre Jonas, para dar sombra à sua cabeça e livrá-lo do calor, o que deu grande alegria a Jonas. Mas na madrugada do dia seguinte, Deus mandou uma lagarta atacar a planta e ela secou-se. Ao nascer do sol, Deus trouxe um vento oriental muito quente, e o sol bateu na cabeça de Jonas, ao ponto de ele quase desmaiar. Com isso ele desejou morrer, e disse: “Para mim seria melhor morrer do que viver”.

Mas Deus disse a Jonas: “Você tem alguma razão para estar tão furioso por causa da planta?”

Respondeu ele: “Sim, tenho! E estou furioso ao ponto de querer morrer”.

10 Mas o Senhor lhe disse: “Você tem pena dessa planta, embora não a tenha podado nem a tenha feito crescer. Ela nasceu numa noite e numa noite morreu. 11 Contudo, Nínive tem mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem nem distinguir a mão direita da esquerda, além de muitos rebanhos. Não deveria eu ter pena dessa grande cidade?”

Section 2 of 4

Revelation 5:1-14

About 2.3 Minutes

Então vi na mão direita daquele que está assentado no trono um livro em forma de rolo, escrito de ambos os lados e selado com sete selos. Vi um anjo poderoso, proclamando em alta voz: “Quem é digno de romper os selos e de abrir o livro?” Mas não havia ninguém, nem no céu nem na terra nem debaixo da terra, que pudesse abrir o livro, ou sequer olhar para ele. Eu chorava muito, porque não se encontrou ninguém que fosse digno de abrir o livro e de olhar para ele. Então um dos anciãos me disse: “Não chore! Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos”.

Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra. Ele se aproximou e recebeu o livro da mão direita daquele que estava assentado no trono. Ao recebê-lo, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Cada um deles tinha uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos; e eles cantavam um cântico novo:

“Tu és digno de receber o livro
    e de abrir os seus selos,
pois foste morto,
    e com teu sangue compraste para Deus
gente de toda tribo, língua, povo e nação.
10 Tu os constituíste reino
    e sacerdotes
    para o nosso Deus,
e eles reinarão sobre a terra”.

11 Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, 12 e cantavam em alta voz:

“Digno é o Cordeiro
    que foi morto
de receber poder, riqueza, sabedoria, força,
    honra, glória e louvor!”

13 Depois ouvi todas as criaturas existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam:

“Àquele que está assentado
    no trono
    e ao Cordeiro
sejam o louvor, a honra,
    a glória e o poder,
para todo o sempre!”

14 Os quatro seres viventes disseram: “Amém”, e os anciãos prostraram-se e o adoraram.

Section 3 of 4

Psalm 133:1-3

About 0.7 Minutes

Como é bom e agradável
    quando os irmãos convivem em união!
É como óleo precioso
    derramado sobre a cabeça,
    que desce pela barba, a barba de Arão,
    até a gola das suas vestes.
É como o orvalho do Hermom
    quando desce sobre os montes de Sião.
Ali o Senhor concede a bênção
    da vida para sempre.

Section 4 of 4

Proverbs 29:26-27

About 0.3 Minutes

26 Muitos desejam os favores
    do governante,
mas é do Senhor que procede a justiça.

27 Os justos detestam os desonestos,
já os ímpios detestam os íntegros.


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